sábado, 11 de setembro de 2010

em marte, em vênus, na avenida Rio Branco

O capacete do astronauta é forrado de mousse de rosas e aléias
O aroma espacial / especial, conduz a mundos bem distantes da velha terra
Então o que fazer da vida (aqui em nós, limitados) que se dissipa como um sopro, além céus?

Besuntar os pães & os corações de consolo e geléias

A valsa "Acrílico" derrama seu tapete de violinos derretidos
As crisálidas do tempo amargam ressecadas no catre
Um olho pendurado diz "Oi"

...e o astronauta se esquece, se eterniza.

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